http://www.youtube.com/watch?v=aIjRTYa7UK0
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Bullying: Crime ou Brincadeira?
ROTEIRO DE TRABALHO.
1.O QUE SABEMOS? É um tipo de perseguição/e ou discriminação, geralmente na escola podendo acontecer em outros grupos sociais. Ex. tipos de cabelo, obesidade, uso de óculos, orelha de abano.
2.O QUE QUEREMOS SABER? Como combatê-lo, que atitude tomar diante de um caso, como perceber que alguém está sofrendo o bullying e como auxiliar para que não ocorra?
3.EM QUE CONTEXTO? Na escola.
4.QUAL O PONTO DE VISTA? Ensino médio.
5.BIBLIOGRAFIA. textos pesquisados na internet por Hydêe Fabiano,Evandro Moraes e Mônica Silveira, vídeo enviado por Elisangela Boquimpane e foto enviada por Jeanne Mattos, criação e postagem do blog feitos por Maria Idalina.
1.O QUE SABEMOS? É um tipo de perseguição/e ou discriminação, geralmente na escola podendo acontecer em outros grupos sociais. Ex. tipos de cabelo, obesidade, uso de óculos, orelha de abano.
2.O QUE QUEREMOS SABER? Como combatê-lo, que atitude tomar diante de um caso, como perceber que alguém está sofrendo o bullying e como auxiliar para que não ocorra?
3.EM QUE CONTEXTO? Na escola.
4.QUAL O PONTO DE VISTA? Ensino médio.
5.BIBLIOGRAFIA. textos pesquisados na internet por Hydêe Fabiano,Evandro Moraes e Mônica Silveira, vídeo enviado por Elisangela Boquimpane e foto enviada por Jeanne Mattos, criação e postagem do blog feitos por Maria Idalina.
Considerações finais: Falar sobre bulying pode não ser um assunto agradável, mas para cada participante do grupo, foi muito proveitoso conhecer melhor, o que para nós, não só como educadores, mas como pais, o que nossas crianças estão sofrendo, muitas vezes em silêncio, por causa desta violência chamada bullying. Compreendendo a importância de intervirmos como educadores que somos de forma concientizadora, sem fecharmos os olhos para o bulying dentro de nossas salas, como se ele não existisse, ou achar o assunto muito triste para trazer a pauta, precisamos encarar esta realidade, e nos unirmos contra o bullying. Hydêe, Maria Idalina, Mônica. Jeanne. Elisangela e Evandro.
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http://imagem05.vilamulher.terra.com.br/interacao/original/3669684/eu-sempre-sofri-bullying-3669684-56414.jpg
Ao contrário da brincadeira entre iguais, em que a intenção não reside em agredir, perseguir, dominar por meio de ameaças verbais, físicas ou psicológicas, toda ação do chamado bullying, intenciona, antes de tudo, demonstrar poder sobre o outro.
Normalmente os "diferentes" constituem um grupo menor, mais fraco, com mais pontos vulneráveis que se prestam facilmente aos desejos dos valentões, em agredir gratuitamente, mas de forma persistente. Entretanto, estas crianças ou jovens que praticam tais atos contra seus colegas também são crianças e jovens problemáticos, geralmente com baixa autoestima, em famílias em que a comunicação é feita por meio da agressividade constante e que os pais não são cuidadores adequados para lhes dar segurança.
http://www.parana-online.com.br/colunistas/259/76397/
Apelidos como "rolha de poço", "baleia", "quatro olhos" e atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo são comportamentos típicos de alunos em sala de aula. Brincadeiras próprias da idade? Não. São atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno bullying. Sem equivalente na língua portuguesa, bullying é um termo inglês utilizado para designar a prática desses atos agressivos. As conseqüências são o isolamento, a queda do rendimento escolar, baixa auto-estima, depressão e pensamentos negativos de vingança.
Fonte: http://jornaldocentraoced02.blogspot.com/2006/06/bulling-brincadeira-sem-graa.html
Há três tipos de envolvidos em uma situação de bullying: o expectador, a vítima e o agressor. Por medo de se tornarem vítimas, os expectadores não interferem nem buscam ajuda para os colegas que são intimidados, ameaçados, agredidos e ofendidos por um agressor ou de um grupo de agressores.
A vítima, em geral não reage, não faz alarde da sua situação, pois tem medo de piorá-la. As crianças voltam frequentemente para casa com pequenos e variados machucados, perdem materiais escolares, choram, tornam-se tristes, mas dificilmente contam aos pais o que ocorre com elas, por se sentirem culpados, merecedores desse "castigo", pois temem que a atitude de seus pais intensifique a situação. Muitos não querem mais ir à escola e tornam-se alunos medíocres, pessoas inibidas e adultos inadequados socialmente.
O agressor normalmente aprendeu a ser agressivo com os adultos de sua família ou com quem convivem e que usam esse comportamento agressivo para resolver seus problemas.
Aos professores cabe a leitura, o estudo, o debate do problema, a comunicação com uma equipe multidisciplinar que venha dar-lhes maiores subsídios e manter uma postura de atenção e observação constante sobre seus alunos. À escola, cabe promover encontros com profissionais especializados, que possam orientar o corpo docente e os pais.
http://www.parana-online.com.br/colunistas/259/76397/
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Ao contrário da brincadeira entre iguais, em que a intenção não reside em agredir, perseguir, dominar por meio de ameaças verbais, físicas ou psicológicas, toda ação do chamado bullying, intenciona, antes de tudo, demonstrar poder sobre o outro.
Normalmente os "diferentes" constituem um grupo menor, mais fraco, com mais pontos vulneráveis que se prestam facilmente aos desejos dos valentões, em agredir gratuitamente, mas de forma persistente. Entretanto, estas crianças ou jovens que praticam tais atos contra seus colegas também são crianças e jovens problemáticos, geralmente com baixa autoestima, em famílias em que a comunicação é feita por meio da agressividade constante e que os pais não são cuidadores adequados para lhes dar segurança.
http://www.parana-online.com.br/colunistas/259/76397/
Apelidos como "rolha de poço", "baleia", "quatro olhos" e atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo são comportamentos típicos de alunos em sala de aula. Brincadeiras próprias da idade? Não. São atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno bullying. Sem equivalente na língua portuguesa, bullying é um termo inglês utilizado para designar a prática desses atos agressivos. As conseqüências são o isolamento, a queda do rendimento escolar, baixa auto-estima, depressão e pensamentos negativos de vingança.
Fonte: http://jornaldocentraoced02.blogspot.com/2006/06/bulling-brincadeira-sem-graa.html
Há três tipos de envolvidos em uma situação de bullying: o expectador, a vítima e o agressor. Por medo de se tornarem vítimas, os expectadores não interferem nem buscam ajuda para os colegas que são intimidados, ameaçados, agredidos e ofendidos por um agressor ou de um grupo de agressores.
A vítima, em geral não reage, não faz alarde da sua situação, pois tem medo de piorá-la. As crianças voltam frequentemente para casa com pequenos e variados machucados, perdem materiais escolares, choram, tornam-se tristes, mas dificilmente contam aos pais o que ocorre com elas, por se sentirem culpados, merecedores desse "castigo", pois temem que a atitude de seus pais intensifique a situação. Muitos não querem mais ir à escola e tornam-se alunos medíocres, pessoas inibidas e adultos inadequados socialmente.
O agressor normalmente aprendeu a ser agressivo com os adultos de sua família ou com quem convivem e que usam esse comportamento agressivo para resolver seus problemas.
Aos professores cabe a leitura, o estudo, o debate do problema, a comunicação com uma equipe multidisciplinar que venha dar-lhes maiores subsídios e manter uma postura de atenção e observação constante sobre seus alunos. À escola, cabe promover encontros com profissionais especializados, que possam orientar o corpo docente e os pais.
http://www.parana-online.com.br/colunistas/259/76397/
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
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